O aluguel de iPhone pela Apple, chamado Apple Upgrade, permite assinar um iPhone a partir de US$ 17 mensais nos Estados Unidos, com planos de 12 a 24 meses e opções de devolver, comprar ou renovar ao final do contrato.
O aluguel de iPhone deixou de ser coisa de empresa terceirizada: agora a própria Apple entrou no jogo com um plano de assinatura que promete mexer com o mercado. Será que vale a pena alugar em vez de comprar? Vem comigo que eu explico tudo.
O que é o Apple Upgrade e como funciona o aluguel de iPhone
O Apple Upgrade é o novo serviço de assinatura da Apple que permite alugar um iPhone e outros produtos pagando uma mensalidade. Em vez de desembolsar o preço cheio, o cliente assina um plano e usa o aparelho por um período determinado. A novidade foi anunciada nos Estados Unidos em parceria com a plataforma de pagamentos Klarna.
Como funciona o aluguel de iPhone
Para alugar, o cliente escolhe o modelo desejado e assina um contrato com prazo fixo. No caso do iPhone, o período vai de 12 a 24 meses. O valor mensal varia conforme o modelo e os serviços extras incluídos. Ao final do contrato, existem três opções: devolver o aparelho, pagar uma taxa para ficar com ele ou renovar o plano para um modelo mais novo.
Quais produtos estão disponíveis
O programa não se limita ao iPhone. Também é possível alugar Apple Watch, iPad e Mac. Cada categoria tem prazos diferentes. Enquanto iPhone e Apple Watch ficam entre 12 e 24 meses, iPad e Mac podem ter contratos de 24 a 36 meses. Isso dá mais flexibilidade para quem quer testar o ecossistema sem pagar tudo de uma vez.
Vantagens e cuidados
A principal vantagem é não precisar pagar o valor cheio do aparelho. Além disso, o plano pode incluir benefícios como assistência e atualização para versões mais novas. Porém, é importante calcular o custo total. Em alguns casos, alugar pode sair mais caro do que comprar, principalmente se você renovar várias vezes. Também vale lembrar que o serviço ainda não tem previsão de chegada ao Brasil.
Quanto custa alugar iPhone, Apple Watch, iPad e Mac

O valor do aluguel na Apple varia bastante conforme o produto e a configuração escolhida. Nos Estados Unidos, o iPhone começa em US$ 17 por mês, enquanto o Apple Watch e o iPad podem ser alugados a partir de US$ 11 mensais. Já o Mac tem mensalidade inicial de US$ 24.
O que influencia o preço final
O modelo, o armazenamento e os serviços extras mudam o valor. Um iPhone mais avançado ou com mais memória custa mais caro. A Apple também permite reduzir a mensalidade ao combinar o plano com assinaturas como Apple TV+ ou Apple Fitness+, além de aceitar seu aparelho antigo no programa de troca.
Exemplos de custo total
Se você alugar um iPhone por US$ 17 durante 12 meses, o total será US$ 204. Em 24 meses, US$ 408. Para um Mac, o valor pode passar de US$ 500 no período. Antes de fechar, faça as contas e compare com a compra à vista.
Devolver, comprar ou renovar: o que fazer ao fim do contrato
Ao terminar o contrato de aluguel, a Apple oferece três caminhos: devolver o aparelho, pagar uma taxa para comprar ou renovar o plano para um modelo mais novo. A escolha certa depende do seu perfil e do quanto você já pagou.
Devolver o aparelho
Se você não quiser continuar, é só devolver o iPhone ou outro produto e sair do programa. Essa opção é boa para quem gosta de trocar de celular com frequência, mas fique atento: você não fica com o aparelho no final.
Pagar a taxa para comprar
Você pode pagar um valor único para adquirir o produto de forma definitiva. Por exemplo, se o aparelho custa US$ 1.000 e você já pagou US$ 200 no aluguel, a taxa final seria próxima de US$ 800. Assim, o produto fica seu.
Renovar e atualizar
Outra opção é renovar o contrato e receber o modelo mais recente. Você devolve o aparelho antigo e começa a pagar a mensalidade do novo. Isso é interessante para quem sempre quer estar com a última geração, mas aumenta o custo total com o tempo.
Por que a Apple aposta em assinatura e recorrência

A Apple está mudando a forma como vende seus produtos. Com o Apple Upgrade, a empresa não quer apenas vender um iPhone, mas sim criar uma receita recorrente mensal. Isso significa que, em vez de ganhar uma vez, ela ganha todos os meses.
Previsibilidade de receita
Com assinaturas, a Apple sabe exatamente quanto vai faturar. Isso ajuda no planejamento e dá mais segurança para investir. A recorrência é muito valorizada no mercado financeiro.
Controle do mercado de usados
Quando o cliente devolve o aparelho, a Apple pode revender ou alugar novamente. Assim, ela participa do mercado de seminovos, que antes era dominado por outras empresas.
Venda de serviços
A assinatura também empurra outros serviços, como Apple Music, Apple TV+ e iCloud. Cada plano pode ser combinado, aumentando o valor total pago pelo cliente. A estratégia é manter o usuário dentro do ecossistema por mais tempo.
O impacto no mercado de seminovos e nas empresas de aluguel
O lançamento do Apple Upgrade mexe diretamente com o mercado de seminovos e com as empresas que já alugavam iPhones por conta própria. Até agora, esse era um negócio de terceiros, mas agora a Apple entra como concorrente de peso.
Mercado de seminovos
Quando o cliente devolve o aparelho, a Apple pode revender esse produto depois. Isso fortalece o mercado de iPhones usados e dá mais controle à marca. Antes, a empresa vendia aparelhos novos e deixava a revenda para outras lojas. Agora, ela pode lucrar várias vezes com o mesmo dispositivo.
Empresas de aluguel
As empresas especializadas em alugar iPhone para festas ou para uso prolongado podem perder espaço. A Apple tem vantagens como marca, escala e preço. Mas ainda existe um nicho para aluguel de curto prazo, como para eventos e viagens. O impacto vai depender de como esse público reage.
Aluguel de iPhone no Brasil: quando a novidade pode chegar

A Apple ainda não confirmou quando o aluguel de iPhone no Brasil vai começar. O programa Apple Upgrade está disponível apenas nos Estados Unidos. A empresa afirmou que vai avaliar os resultados antes de pensar em outros mercados.
O que pode influenciar a chegada ao Brasil
Se o serviço fizer sucesso nos EUA, é possível que a Apple expanda. Países com alta demanda por iPhone e mercado de usados forte costumam ser prioridade. O Brasil é um grande consumidor da marca, mas tem barreiras como impostos e câmbio.
Como ficariam os preços por aqui
O valor de US$ 17 viraria cerca de R$ 92 na conversão direta. Porém, com impostos e custos locais, o valor real deve ser maior. De qualquer forma, pode ser uma alternativa para quem não quer pagar o preço cheio de um iPhone novo.
Compare com as operadoras
No Brasil, muitas operadoras já oferecem celular incluso no plano. A diferença é que a Apple teria o controle total do aparelho e do serviço. Isso pode mudar a forma como o consumidor troca de iPhone no futuro.
FAQ – Perguntas frequentes sobre o aluguel de iPhone
O que é o Apple Upgrade?
O Apple Upgrade é o programa de assinatura da Apple que permite alugar iPhones e outros produtos pagando uma mensalidade.
Como funciona o aluguel de iPhone?
Você escolhe o aparelho, paga uma mensalidade por um período de 12 a 24 meses e pode devolver, comprar ou renovar no final.
Quanto custa alugar um iPhone?
Nos Estados Unidos, os valores começam em US$ 17 por mês, mas mudam conforme o modelo e os serviços extras.
Quais produtos podem ser alugados?
Além do iPhone, é possível alugar Apple Watch, iPad e Mac, com prazos e preços diferentes.
O que acontece quando o contrato termina?
Você pode devolver o aparelho, pagar uma taxa para ficar com ele ou renovar para um modelo mais novo.
Quando o aluguel de iPhone chega ao Brasil?
Ainda não há previsão. A Apple vai avaliar os resultados nos EUA antes de expandir para outros mercados.
